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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores






Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Você sabe o que é a Bolsa de Valores e como ela funciona? Gostaria de aprender a investir suas economias com segurança na Bolsa de Valores? Quer comprar e vender ações, diretamente da comodidade da sua casa, sem depender de bancos que cobram altas taxas de administração? O Curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores ensina formas muito simples de investir no mercado de ações e apresentará técnicas para investir com sucesso.

Inteiramente on-line com exemplos práticos e apoio de professores, você aprenderá, entre outras coisas, a:

·         Escolher uma ação,
·         Negociar,
·         Entender as cotações,
·         Selecionar a corretora certa.

Ao final do curso, você receberá gratuitamente um módulo sobre investimento em Títulos Públicos, que combinam a alta segurança com uma ótima rentabilidade em comparação aos investimentos convencionais.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Foque na solução, não no problema




Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Existem dois tipos de pessoas no mundo. Aquelas que, quando veem um fio de cabelo na comida, chamam o garçom discretamente e aquelas que fazem um escândalo para que todos no restaurante fiquem sabendo da situação. Particularmente detesto a segunda. Não suporto pessoas que, ao invés de tentar resolver o problema, ficam procurando um culpado. Em ambos os casos temos, ao final, uma possível solução para o problema. Entretanto, a segunda opção gera estragos terríveis; entre eles posso dizer: desmotivação da equipe, estresse, eliminação da criatividade e da inovação.

Infelizmente, a grande maioria parece fazer parte do segundo grupo. Conheço muitos gestores que, diante de um problema, ficam questionando quem cometeu o erro; para depois pensar em uma possível solução. Certa vez, trabalhei em uma empresa onde o gerente anotava os problemas e seus possíveis causadores para, no fim do dia mostrar ao proprietário. Vivíamos em um nível de estresse fora do comum. Geralmente os problemas eram tratados com soluções temporárias. O objetivo era achar o culpado, humilha-lo e em seguida dizer a todos que, da forma como as coisas iam, era melhor fechar as portas.

Hoje, muitas empresas pregam a filosofia de criar e inovar; mas desprezam aqueles que erram. Ora, se errar é um pecado mortal, quem poderá ser tolo de tentar inovar sabendo que pode errar? Não se pode punir uma pessoa que tentou inovar e errou. Na maioria das vezes, um erro provêm de uma tentativa. A melhor maneira de incentivar a inovação e criatividade em uma empresa é recompensar aqueles que tentam e erram, não aqueles que mantém os mesmos resultados com as mesmas formas de fazer.

Destarte, quando achar um cabelo na comida (um problema) não grite para todos, não humilhe as pessoas. Tente solucionar o problema, depois descubra o que o causou. Se foi por uma tentativa de inovar ou criar novas maneiras de se fazer, elogie e ajude.Quem nunca errou, tão pouco tentou.

domingo, 20 de novembro de 2011

Projeto de pesquisa: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR 2.0


Por Maico Sullivan  - @sullivanmaico

O mundo mudou. E com ele o processo de decisão de compra. Após muito observar e ler sobre o assunto, iniciou-se um projeto de pesquisa tendo como tema o Comportamento do consumidor 2.0. Para está escruta foi elaborado a seguinte questão: Qual o grau de influência das mídias sociais na decisão de compra dos consumidores?

Para que a questão aqui apresentada seja respondida, estruturou-se o seguinte objetivo geral: Verificar se os consumidores utilizam das informações nas redes sociais para tomada de decisão de compra. Para se chegar a este objetivo geral, foram designados objetivos específicos a serem atingidos, os quais são: (a) Analisar quais ferramentas os consumidores mais utilizam; (b) Analisar o grau de importância dado a cada canal de mídia digital; (c) Analisar quais produtos são mais pesquisados nas mídias sociais; (d) Analisar o grau de importância das opiniões de pessoas na internet.

A presente escruta é classificada como sendo uma pesquisa exploratória, isto por que seu objetivo é, segundo Gil (2006), estudar o problema sem se aprofundar em suas causas. Serão utilizados questionários fechados com escala Likert, o que facilita tanto a aplicação quanto à tabulação dos dados. O questionário será aplicado por meio online. Para acessar o questionário clique aqui.

domingo, 6 de novembro de 2011

Fumar faz mal a saúde... E ao bolso também.




Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Algum tempo atrás um colega me procurou dizendo que estava com alguns problemas financeiros e que precisava organizar melhor suas finanças, além de planejar melhor seus gastos para começar a investir. Bom, o primeiro passo já estava certo, ele reconheceu que precisava rever sua vida financeira.

Algumas horas conversando, organizando as informações em planilhas, calculando, em fim; chegamos a algumas conclusões. Já sabíamos quais despesas eliminar, quais podiam ser reduzidas ou trocadas por despesas mais saudáveis. Agora precisávamos planejar os investimentos.

Nesse momento ele me pediu um tempo, precisava relaxar um pouco. Puxou um cigarro e acendeu. A minha primeira pergunta foi:
- Você sabe que isso faz mal, não sabe?
- Sim – respondeu-me o guri.
- Mas não estou falando de saúde, estou falando que faz mal ao bolso. Você sabia disso?

A resposta eu já sabia. Então perguntei quantas carteiras de cigarro ele fumava por dia e quanto pagava em cada uma. Fiz um cálculo básico, levando em consideração o valor pago em cada carteira, que era de R$ 3,00. O cálculo seria multiplicar o valor gasto por dia com os cigarros pelos dias mensais (nesse caso, fiz o calculo em ano comercial, ou seja, meses de 30 dias). Destarte, o calculo é:

Valor mensal=R$6,00 X 30 dias = R$ 180,00/mês 


Expliquei que a cada mês ele transformava R$ 180,00 em fumaça e que em um ano esse valor chegava à R$ 2.160,00. Nesse momento ele sentiu uma forte dor – no bolso. Perguntei então, há quanto tempo ele fumava; então ele disse que fumava à 15 anos. Calculando, em 15 anos ele havia deixado de guardar R$ 32.400,00.

Antes que ele pudesse cair para traz pedi que esperasse, porque a coisa era pior do que aquilo. Se meu colega tivesse aplicado esse valor na poupança – fazendo uma média chula de 0,57% ao mês, teria em 15 anos um montante de R$ 56.266,38. Após ter dado essa notícia, expliquei que aquilo era o custo de oportunidade que o cigarro havia lhe proporcionado. Além disso, havia também as questões de saúde.

O que quero mostrar com o exemplo deste amigo, é que não são os grandes gastos que geram caos as finanças de uma pessoa, mas sim os pequenos. São os reais diários que, somados no final do mês, geram um pequeno montante que aplicado e somado no final de um ano, podem ajudar e muito, no planejamento de uma pessoa. Então, fica a dica!