sábado, 3 de março de 2012

Como divulgar seu negócio no Facebook?


Por Ivan F. Kaiber Junior

A rede social de Mark Zuckerberg tem 30,9 milhões de usuários no Brasil. Com tanta gente conectada, as oportunidades para as marcas são enormes.

Alguns apontavam apenas como uma "moda de momento", outros diziam que ele não ia fazer sucesso aqui no Brasil e teve até aqueles que cravaram sua extinção em dois anos. Não, não estamos falando de uma nova banda internacional, uma série de TV estilo sitcom ou a saga de bruxos e vampiros estrelados em Hollywood. Trata-se do Facebook que, certamente, já calou os pessimistas (eles também abriram uma conta) e vem reunindo pessoas de todas as gerações que estão curtindo, compartilhando e trocando contatos o tempo todo.
Aliás, o Facebook é, no momento, o queridinho entre os brasileiros. A rede social de Mark Zuckerberg tem 30,9 milhões de usuários no país (e pasmem, 800 milhões no mundo). É tanta gente conectada que as oportunidades de divulgar uma marca, estar em contato com os clientes e potencializar os negócios de uma empresa são enormes. E o melhor, o Facebook é preparado e disponibiliza centenas de possibilidades para isso.
Separamos algumas dicas para aqueles que desejam se aventurar por essas terras. Mas, lembre-se, as redes sociais são "facas de dois gumes": da mesma forma que é possível potencializar os negócios de uma empresa, é possível também manchar a reputação dela. Ter uma conta simplesmente para dizer que possui não vale a pena. Publicar só besteiras, apenas se você for um humorista. E, definitivamente, não faça spam.

Crie uma Fan Page

No Facebook, existem páginas específicas para as empresas e marcas interagirem com seus fãs – as Fan Pages. Elas são gratuitas e permitem compartilhar conteúdos através do mural, grupos de discussão, tabs de informação, fotografias, vídeos, além de aplicativos específicos. Duas de suas virtudes são que não há limite de fãs por página e elas podem ser gerenciadas por diversos administradores que já possuem conta na rede. Além disso, é possível integrar as informações postadas em um blog, Twitter e LinkedIn com a página da empresa no Facebook, permitindo que os fãs recebam todas as atualizações publicadas diretamente nessa rede social.

Venda produtos

Você já reparou que aconteceu uma mudança no local de algumas lojas durante as últimas décadas? Antes se vendia apenas em lojas físicas, depois algumas se transformaram em sites na internet e agora surge a tendência do comércio dentro do Facebook. Porém, é bom saber alguns detalhes antecipadamente: assegure-se que sua loja no Facebook é fácil e intuitiva para navegar - os usuários não devem gastar mais de três cliques para localizar um produto. Crie também mecanismos que incentivem a divulgação "boca a boca" na rede social. As lojas que oferecem experiências diferentes de compra, listas de desejo e estimulam a colaboração irão, provavelmente, ter um aumento no tráfego e nas vendas.

Anuncie para o público certo

O Facebook facilita também a criação de publicidades com um grau de personalização fora de série. É possível definir o segmento do anúncio com base no sexo, local, faixa etária, estado civil e até gostos. Quer atingir um público de mulheres, entre 25 e 40 anos, casadas, quem morem no Rio de Janeiro e gostem de cozinhar? Ah, não esqueça que esse serviço é pago, porém se você tiver poucos recursos para investir não tem problema. No Facebook você publica a quantidade de anúncios que o seu dinheiro permitir.

Faça aplicativos legais

Um dos grandes atrativos dessa rede social são os aplicativos. Eles funcionam como uma ótima maneira de interação entre os clientes e as marcas. Hoje, são mais de 500 mil aplicativos na rede, e quase 70% dos usuários "curtem" mensalmente algum em seus perfis. Tem aplicativos de jogos, de notícias, de serviço, de vídeo, previsão do tempo etc. Como eles são, geralmente, interativos, incentivam o usuário, os amigos do usuário e os amigos dos amigos do usuário a compartilhá-lo. Ou seja, mais pessoas ficam ligadas e interessadas nas empresas que possuem aplicativos bacanas.

Seja interessante e dedique-se

Atualizar a página apenas quando dá não basta. Para a empresa ter sucesso no Facebook, é preciso dedicação. É importante ouvir o que seus clientes têm a dizer, valorizar a interação e postar notícias, fotos e vídeos interessantes. Ser divertido nos posts pode ser também um bom caminho, afinal, ainda se trata de uma rede social. E por favor, não vai ficar contando detalhes que ninguém quer saber sobre seu produto ou serviço. Seja original, pense na parte interessante do seu produto e conte para seus fãs de uma forma diferente.

Fonte: Administradores.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores






Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Você sabe o que é a Bolsa de Valores e como ela funciona? Gostaria de aprender a investir suas economias com segurança na Bolsa de Valores? Quer comprar e vender ações, diretamente da comodidade da sua casa, sem depender de bancos que cobram altas taxas de administração? O Curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores ensina formas muito simples de investir no mercado de ações e apresentará técnicas para investir com sucesso.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Foque na solução, não no problema




Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Existem dois tipos de pessoas no mundo. Aquelas que, quando veem um fio de cabelo na comida, chamam o garçom discretamente e aquelas que fazem um escândalo para que todos no restaurante fiquem sabendo da situação. Particularmente detesto a segunda. Não suporto pessoas que, ao invés de tentar resolver o problema, ficam procurando um culpado. Em ambos os casos temos, ao final, uma possível solução para o problema. Entretanto, a segunda opção gera estragos terríveis; entre eles posso dizer: desmotivação da equipe, estresse, eliminação da criatividade e da inovação.

Infelizmente, a grande maioria parece fazer parte do segundo grupo. Conheço muitos gestores que, diante de um problema, ficam questionando quem cometeu o erro; para depois pensar em uma possível solução. Certa vez, trabalhei em uma empresa onde o gerente anotava os problemas e seus possíveis causadores para, no fim do dia mostrar ao proprietário. Vivíamos em um nível de estresse fora do comum. Geralmente os problemas eram tratados com soluções temporárias. O objetivo era achar o culpado, humilha-lo e em seguida dizer a todos que, da forma como as coisas iam, era melhor fechar as portas.

Hoje, muitas empresas pregam a filosofia de criar e inovar; mas desprezam aqueles que erram. Ora, se errar é um pecado mortal, quem poderá ser tolo de tentar inovar sabendo que pode errar? Não se pode punir uma pessoa que tentou inovar e errou. Na maioria das vezes, um erro provêm de uma tentativa. A melhor maneira de incentivar a inovação e criatividade em uma empresa é recompensar aqueles que tentam e erram, não aqueles que mantém os mesmos resultados com as mesmas formas de fazer.

Destarte, quando achar um cabelo na comida (um problema) não grite para todos, não humilhe as pessoas. Tente solucionar o problema, depois descubra o que o causou. Se foi por uma tentativa de inovar ou criar novas maneiras de se fazer, elogie e ajude.Quem nunca errou, tão pouco tentou.

domingo, 20 de novembro de 2011

Projeto de pesquisa: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR 2.0


Por Maico Sullivan  - @sullivanmaico

O mundo mudou. E com ele o processo de decisão de compra. Após muito observar e ler sobre o assunto, iniciou-se um projeto de pesquisa tendo como tema o Comportamento do consumidor 2.0. Para está escruta foi elaborado a seguinte questão: Qual o grau de influência das mídias sociais na decisão de compra dos consumidores?

Para que a questão aqui apresentada seja respondida, estruturou-se o seguinte objetivo geral: Verificar se os consumidores utilizam das informações nas redes sociais para tomada de decisão de compra. Para se chegar a este objetivo geral, foram designados objetivos específicos a serem atingidos, os quais são: (a) Analisar quais ferramentas os consumidores mais utilizam; (b) Analisar o grau de importância dado a cada canal de mídia digital; (c) Analisar quais produtos são mais pesquisados nas mídias sociais; (d) Analisar o grau de importância das opiniões de pessoas na internet.

A presente escruta é classificada como sendo uma pesquisa exploratória, isto por que seu objetivo é, segundo Gil (2006), estudar o problema sem se aprofundar em suas causas. Serão utilizados questionários fechados com escala Likert, o que facilita tanto a aplicação quanto à tabulação dos dados. O questionário será aplicado por meio online. Para acessar o questionário clique aqui.

domingo, 6 de novembro de 2011

Fumar faz mal a saúde... E ao bolso também.




Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Algum tempo atrás um colega me procurou dizendo que estava com alguns problemas financeiros e que precisava organizar melhor suas finanças, além de planejar melhor seus gastos para começar a investir. Bom, o primeiro passo já estava certo, ele reconheceu que precisava rever sua vida financeira.

Algumas horas conversando, organizando as informações em planilhas, calculando, em fim; chegamos a algumas conclusões. Já sabíamos quais despesas eliminar, quais podiam ser reduzidas ou trocadas por despesas mais saudáveis. Agora precisávamos planejar os investimentos.

Nesse momento ele me pediu um tempo, precisava relaxar um pouco. Puxou um cigarro e acendeu. A minha primeira pergunta foi:
- Você sabe que isso faz mal, não sabe?
- Sim – respondeu-me o guri.
- Mas não estou falando de saúde, estou falando que faz mal ao bolso. Você sabia disso?

A resposta eu já sabia. Então perguntei quantas carteiras de cigarro ele fumava por dia e quanto pagava em cada uma. Fiz um cálculo básico, levando em consideração o valor pago em cada carteira, que era de R$ 3,00. O cálculo seria multiplicar o valor gasto por dia com os cigarros pelos dias mensais (nesse caso, fiz o calculo em ano comercial, ou seja, meses de 30 dias). Destarte, o calculo é:

Valor mensal=R$6,00 X 30 dias = R$ 180,00/mês 


Expliquei que a cada mês ele transformava R$ 180,00 em fumaça e que em um ano esse valor chegava à R$ 2.160,00. Nesse momento ele sentiu uma forte dor – no bolso. Perguntei então, há quanto tempo ele fumava; então ele disse que fumava à 15 anos. Calculando, em 15 anos ele havia deixado de guardar R$ 32.400,00.

Antes que ele pudesse cair para traz pedi que esperasse, porque a coisa era pior do que aquilo. Se meu colega tivesse aplicado esse valor na poupança – fazendo uma média chula de 0,57% ao mês, teria em 15 anos um montante de R$ 56.266,38. Após ter dado essa notícia, expliquei que aquilo era o custo de oportunidade que o cigarro havia lhe proporcionado. Além disso, havia também as questões de saúde.

O que quero mostrar com o exemplo deste amigo, é que não são os grandes gastos que geram caos as finanças de uma pessoa, mas sim os pequenos. São os reais diários que, somados no final do mês, geram um pequeno montante que aplicado e somado no final de um ano, podem ajudar e muito, no planejamento de uma pessoa. Então, fica a dica!

domingo, 16 de outubro de 2011

Qualidade ou Gestão da qualidade?





Sempre que converso com colegas e amigos sobre ISO, gestão da qualidade, qualidade, processos, etc. vejo que há uma enorme confusão entre os significados de qualidade e gestão de qualidade. Devemos entender que não se trata da mesma coisa. Alias, elas quase não têm nada em comum. Isso por que uma trata dos adjetivos, das características e a outra de processos.

Como assim?

Vamos partir primeiramente do significado de qualidade. Segundo o Aurélio, pode-se dizer que qualidade é: 
“Propriedade, atributo ou condição das coisas ou das pessoas, que as distingue das outras e lhes determina a natureza.”

Assim, podemos entender que qualidade é, simples e puramente, a característica de determinado objeto, produto, serviço, pessoa, etc.. Destarte, podemos dizer que tudo tem qualidade. Um produto em uma loja de $1,99 ou um tênis Nike de $500,00 possuem qualidades. Até mesmo os produtos piratas possuem determinada qualidade.

Já a Gestão de Qualidade lida com os processos, ou seja, com a padronização do “como fazer”. Trata-se de um ciclo de planejamento, organização, liderança, controle e feedback. A gestão de qualidade lida com a padronização dos processos a fim de garantir que tudo seja feito de forma igual, garantindo que o resultado final seja sempre o mesmo. Ao atingir este estágio, a empresa está apta a buscar o selo de qualidade ISO. Destarte, não quer dizer que o produto dela é bom ou não, quer dizer que ela faz as coisas da mesma forma, padronizada, atingindo sempre os mesmos resultados.

Destarte, gestão da qualidade não garante que um produto tenha mais qualidade, assim como a ausência de um programa de gestão de qualidade não significa falta de qualidade. Ambas possuem significados diferentes e não possuem nenhuma relação.