Redes sociais

Tecnologia do Blogger.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Importância da Gestão de Projetos


Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Com a competitividade crescente entre as empresas, aquelas que conseguem projetar e executar com eficiência, levam grande vantagem. É por isso que a Gestão eficaz de Projetos é uma das características mais valorizadas pelas empresas em seus funcionários.

Independente da área de atuação, conhecer técnicas de Gestão de Projetos é um diferencial importante ao profissional que pretende destacar-se em sua carreira.
Marcela Lima, consultora de RH, afirma que "Os profissionais que demonstram capacidades para criar e gerenciar projetos naturalmente acabam ocupando cargos maiores dentro de uma empresa".

"(...) nos últimos anos, as empresas perceberam que a correta Gestão dos Projetos é algo que pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso, e é por isso que a Gestão de Projetos tem sido considerada como uma das competências essenciais no profissional moderno", complementa Marcela.

Cursos 24 Horas preparou o Curso de Gestão de Projetos, totalmente online, com apostilas, vídeo aulas e certificado entregue em casa, pelos correios. O curso completo está com o valor promocional de R$ 45,00, sem mensalidades. Conheça mais detalhes do curso.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ferramenta de busca social do Google é atualizada para facilitar a vida do internauta

Por Ivan Kaiber - @ivankaiber
Serviço Google Social Search foi criado em 2009. Até o início da próxima semana ele já deve estar integralmente funcional
O Google atualizou uma de suas ferramentas que facilitam a busca pelo site, o Google Social Search - de busca social -, segundo informações do blog da empresa. A ferramenta ajuda o internauta a obter resultados mais relevantes baseado em sua rede pessoal de contatos cadastrados em sua conta do Google. Ela existe desde 2009, e sua versão atualizada estará disponível para usuários do google.com no decorrer desta semana.
A primeira grande mudança é que os resultados da busca social estarão misturados aos resultados da busca comum - antes eles ficavam disponíveis apenas no pé da página. “Isso significa que você começará a ver mais de pessoas como colegas de trabalho e amigos. Se você estiver pensando em escalar o Monte Kilimanjaro, por exemplo, e seu amigo Matt tiver escrito um post em um blog sobre isso, colocaremos [nos resultados] esse post, junto com uma foto”, escreveram Mike Cassidy e Matthew Kulick, gerentes de produto da empresa, no blog oficial.

Outra novidade é que uma nota aparecerá embaixo de resultados que tenham sido twittados ou postados em outras redes sociais por amigos. Portanto, se o internauta fizer uma busca e encontrar um artigo que tenha sido divulgado por um de seus contatos, verá o nome dele e a rede social em que postou aquele texto. Além disso, a relevância do resultado será considerada maior, o que o fará aparecer antes de outros.

Por fim, o Google disponibilizou na atualização maiores opções de privacidade, permitindo que o usuário conecte-se publicamente ou de forma privada a outros. O Google lembra, porém, que o serviço de busca social só está disponível para quem estiver conectado em sua conta do Google no momento da procura. Até a semana que vem o serviço atualizado já deve estar disponível integralmente.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

DealExtreme e as compras online mais baratas

Por Fernando Correia - @FerCorreia - Bibliotecário/Geek/NERD

Dica de sexta-feira para animar o fim de semana e dar uma folguinha para sua carteira.

Todos nós que vivemos em contato com o mundo globalizado sempre precisamos de algo que não temos em nossa região, seja um smartphone, um livro ou uma peça para aquele computador que juramos trocar no fim do ano (mas que nunca trocamos).

Se você já passou por alguma das situações acima deve ter achado seus itens na mina de ouro da humanidade, a internet, no Mercado Livre, por exemplo, ou em uma das centenas de lojas virtuais que temos pela web brazuca.

Mas já notou que alguns itens somente existem em algumas lojas e outras não? E alguns são claramente Xing Ling?

Mas para que comprar dos “camelôs” do Mercado Livre quando temos o poder de cortar o “homem do meio” e ir direto ao fornecedor.

Então lhes apresento uma das 7 maravilhas da compra online, a loja Deal Extreme, uma loja chinesa que vende de quase tudo, do genérico ao original, de iPhone killers considerado o melhor Android phone 2.2, usa o mesmo processador do Milestone 2) até guarda-chuvas em forma de katana, e ainda temos uma seção adulta também.

Mas nesse momento você deve estar pensando: Ok Fernando, realmente, comprar a fonte de alimentação pro meu laptop por US$ 10,50, quando por aqui ela custa em média algumas centenas de Dilma$, mas quão absurdo não deve ser o frete?

Bom meu caro leitor, esta é a parte mais interessante, O FRETE É GRÁTIS, para o mundo todo, isso mesmo, de graça, e você ainda pode pagar 1 centavo de Obama$ para ter uma embalagem sem identificação da loja, o que facilita na passagem pela receita federal (obviamente dependendo do tamanho do pacote).

“Mentira, non ecziste” o padre Quevedo poderá dizer, mas é verdade, acabo de receber em minha casa um HD original para o Xbox 360 e uma bateria (genérica) para o controle do game, mas optei pela entrega expressa, feita pela EMS Express em convênio com os Correios, pois estava com pressa e desse modo é gerado um número de rastreamento da carga, com o qual você pode ficar sabendo onde ela está no momento.

A única parte frustrante do processo é a espera, portanto, não compre nada que vá precisar para a semana que vem, pois mesmo a entrega sendo pela EMS Express, levou praticamente um mês para a encomenda chegar (veja aqui o caminho que a encomenda percorreu).

Boas compras e até a próxima.http://www.dealextreme.com/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Nas redes sociais, profissionais podem revelar competências procuradas pelas empresas, afirma especialista


Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas idéias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial
Ultimamente, o tema redes sociais x trabalho tem sido um dos mais recorrentes, seja nos meios de comunicação, nas conversas informais ou até mesmo no próprio ambiente corporativo. Nos debates, há sempre quem ache que Facebook, Twitter, Orkut e afins são um mal dentro das empresas. Outros mais maleáveis relativizam as situações e acham que os espaços públicos virtuais são bons lugares para identificar bons profissionais. 
Segundo Monica Ramos, diretora do CTS/DBM – consultoria especializada em gestão do capital humano – mais e mais empresas e headhunters têm utilizado as redes sociais para buscar profissionais criativos, com capacidade de estabelecer relações de longo prazo, de pensar em temas complexos e, por isso, de propor soluções novas, como o novo ambiente de negócios brasileiro demanda. Posts, contatos e demais atividades nas redes sociais também permitem checar se os candidatos são pró-ativos, atuam guiados por valores semelhantes aos da empresa que pode contratá-lo e se tem networking relevante. 
"As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas idéias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial", explica a consultora. 
Para as empresas, isso dá a possibilidade de localizar profissionais que tenham competências essenciais para o cenário com o qual convivem e de tornar o processo de seleção pró-ativo. 
Além de tudo, mais do que um meio para receber currículos, as redes sociais permitem buscar profissionais que, por exemplo, atuam pautados por colaboração, inovação e cooperação. 
"É algo que pode ampliar em muito a chance de sucesso de uma contração, além de ser um meio para que se cheque a consistência dos dados listados nos currículos", revela Monica. 
Fonte: Portal Administradores

sábado, 12 de fevereiro de 2011

5 dicas para não comprometer sua carreira nas redes sociais


Por Ivan Kaiber: @ivankaiber

É preciso organização, objetividade, foco e persistência
Com a internet e as redes sociais, as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que facilita o chamado networking, instrumento poderoso para abrir as portas do mercado de trabalho e do mundo dos negócios. No entanto, com a diversidade de ferramentas, o fantástico número de usuários e a tendência ao caos que a rede sugere, os profissionais têm dificuldades de administrar de forma eficiente e tirar proveito dos relacionamentos virtuais. 
Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um "penetra" chato e indesejável? 
A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou seja, no networking virtual, o céu é o limite. 
Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos: 
Planeje sua entrada na rede social 
Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir. Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum. 
Não confunda alhos com bugalhos 
Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário. 
Vá além dos clichês 
Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede. 
Tenha bom senso 
Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista. 
Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais 
Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe. 
Por fim, trabalhe as redes de forma sistemática e metódica, pois incursões eventuais não constroem relacionamentos.
Fonte: Portal Administradores

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Networking de qualidade


Por Ivan Kiaber - @ivankaiber

Um novo estudo mostra que na hora de gerenciar a rede de contatos, confiança e troca de conhecimento valem mais que mil cartões corporativos
Se você considera importante manter mais de 500 contatos no LinkedIn ou se orgulha da coleção de cartões corporativos, é melhor repensar sua estratégia de networking. Dois estudos recentes mostram que qualidade é melhor que quantidade na hora de montar uma rede de contatos eficiente — aquela que de fato vai ajudá-lo a resolver problemas de negócios e a encontrar um novo emprego. Uma das pesquisas é a do antropólogo inglês Robin Dunbar, que ficou conhecido nos anos 90 por pregar que o cérebro humano é capaz de estabelecer círculos de amizade com no máximo 150 pessoas.

O cientista, da Universidade de Oxford, refez a pesquisa analisando o tráfego de sites de relacionamento, como Facebook e Plaxo, e concluiu que a tecnologia não ajuda na expansão da rede de amigos. Mesmo com mil contatos no LinkedIn, uma pessoa interage pela web, no período de um ano, com no máximo 150, repetindo o comportamento do mundo real. Em outro estudo, os americanos John Hagel e John Seely Brown, do Center for the Edge, instituto de análises da consultoria Deloitte, propõem uma revisão na maneira convencional de fazer networking.

Segundo os consultores, a abordagem comum, que consiste em conhecer muitas pessoas e recorrer a elas quando necessário — como na hora de procurar emprego —, acaba criando relacionamentos baseados em interesse, em que um lado enxerga o outro com desconfiança. O método não funciona na prática porque, dizem os autores, não cria engajamento entre as partes na solução do seu problema. O que dá certo numa rede de contatos, diz John Hagel em entrevista a VOCÊ S/A, é investir na criação de relacionamentos consistentes, baseados em confiança. Só que isso leva tempo e exige esforço pessoal, o que acaba por eliminar a possibilidade de envolver muitas pessoas. Mas como desenvolver essa rede qualificada? “A resposta é a troca de conhecimento, explica Hagel, que, com seu colega Brown, lançará em abril, nos Estados Unidos, o livro The Power of Pull (“O poder de puxar”), sem previsão de publicação no Brasil, no qual apresentam a teoria de networking eficaz.

A base da tese é a utilização de um tipo de conhecimento que os autores batizam de tácito, uma série de aprendizados que a pessoa guardou de suas experiências, mas que não tem facilidade para expressar. Ao contrário das realizações que o profissional usa para fazer marketing pessoal, o conhecimento tácito só vem à superfície quando há um diálogo franco entre duas pessoas. Uma conversa atenta permite que a experiência mais rica do profissional apareça”, diz Flávia Portella, consultora da DBM, empresa de outplacement, que trabalha com executivos que precisam aprimorar o networking para se recolocar. Explorar a sabedoria que você tem, mas não sabe, não é um exercício fácil. Requer do profissional disposição para ouvir com atenção e aprender com a outra pessoa. A partir do que o outro diz, você pode verificar o seu repertório — seu conhecimento tácito  e sugerir soluções para ele.

Quando o conselho é bom, e se transforma em ajuda efetiva, você ganha pontos com essa pessoa. Ela se sentirá grata e, quando você tiver um problema, ela vai tentar ajudá-lo. Agora, imagine fazer isso com mil pessoas. É improvável que você consiga. Por isso, colecionar cartões de apresentação é uma tarefa quase inútil se não tiver um vínculo forte com o dono do cartão. Para os consultores da Deloitte, fazer networking é, acima de tudo, um exercício de coragem. Expressar esse saber tácito é desafiador porque exige disposição para reconhecer fraquezas pessoais e erros, explica Hagel. Pode ser duro, mas conseguir fazer isso, porém, é a chave do sucesso.

Mostrando suas questões mais pessoais você deixa os outros saberem quem você realmente é, diz Flávia Portella, da DBM. Mais importante e eficiente que ficar perguntando a história dos outros profissionais, segundo Hagel, é encontrar pessoas que compartilhem o mesmo desafio que você e, a partir daí, tentar resolver o problema em conjunto. Além de somar os conhecimentos existentes, as pessoas podem desenvolver coisas novas juntas, o que é mais legal, explica.

AJUDA NATURAL

Em busca de compartilhar questões profissionais, um grupo de vice-presidentes e diretores de marketing de grandes empresas se reúne mensalmente em São Paulo, no comitê de executivos de marketing da organização internacional World Trade Center (WTC). O grupo é restrito a 40 pessoas, para garantir alto nível na conversa. Isso cria um espaço onde os executivos se sentem à vontade para expor questões estratégicas, que são difíceis de ser discutidas dentro da empresa.

A base da coisa é confiança. Os números discutidos ali nunca são expostos e concorrentes são proibidos. Isso permite que a gente receba conselhos qualificados, estabeleça boas parcerias de negócios e crie uma proximidade profissional, diz Marcus Vinicius Georgi, diretor de marketing da SAP, responsável pela unidade Business Objects.

Quando o networking é feito dessa maneira, as sondagens de emprego aparecem de modo natural entre dois conhecidos. O lado da carreira faz parte desse convívio, diz Marcus Vinicius. No networking convencional, você empurra seus interesses para os outros, disparando e-mails e telefonemas para pessoas com as quais tem pouca intimidade. O certo, diz John Hagel, é fazer o contrário, ou seja, atrair pessoas para perto de você. A sugestão do consultor é comunicar quais são as coisas de que gosta, nas áreas em que se considera competente. Isso pode ser feito em qualquer meio, de redes virtuais a festas, de apresentações corporativas a discussões no café do corredor, afirma.

Se o interlocutor tiver interesses e conhecimento nos mesmos assuntos, o receio de se expor diminuirá e será superado pelo desejo de se conectar e aprender. Embora estejam ligados à imagem do networking comum, na qual quantidade é mais importante do que qualidade, sites de relacionamento, como LinkedIn e Facebook, podem ser bem utilizados. A boa prática consiste em buscar pessoas que compartilhem o mesmo interesse, o que é diferente de pedir favor. Você pode atrair gente que vive dilemas semelhantes ao seu que você nem sabia que existia, diz gel.

Esta é, por exemplo, a história razoavelmente conhecida da origem do sistema operacional Linux, rival do Windows, da Microsoft. Seu pai, o finlandês Linus Torvalds, tentando solucionar um problema pessoal de programação de computador, resolveu pedir a ajuda de outros programadores pela Usenet, uma rede ancestral à internet.

Sem querer, descobriu que havia, ao redor do mundo, vários programadores com o mesmo desafio. O Linus Torvalds publicou o código do sistema e, a partir daí, angariou uma comunidade de voluntários que tinha os mesmos objetivos e problemas, que se dispôs a contribuir”, conta Rafael Peregrino da Silva, CEO da Linux Media, editora que publica a revista Linux Magazine.

NOVAS PRÁTICAS

Para John Hagel, do Center for the Edge, esse novo tipo de networking exige que as pessoas mudem seus hábitos. Entre as ações citadas estão desde a criação de blogs ou a participação de discussões online até escolher viver em cidades ou bairros onde um determinado tipo de conhecimento é explorado de maneira mais intensa. A meta é pensar sempre em como atrair para nós mesmos a atenção de pessoas relevantes, diz Hagel. O publicitário paulista Guilherme Loureiro, de 28 anos, gerente de mídia digital da agência de publicidade Talent, ganhou notoriedade na comunidade de mídia eletrônica por meio de um evento que começou a organizar há dois anos, o Happy Hour do Mercado Digital. De um encontro de networking para 16 pessoas, o evento cresceu e chegou a ter 500 participantes em uma de suas edições.

Em um determinado momento, Guilherme resolveu criar uma comunidade virtual na rede Ning, a Happy Hour do Mercado Online (HHMOnline), que hoje conta com 1 600 profissionais de publicidade digital. Conheci muitas pessoas, já fui convidado para dar palestras, diz. A maior contribuição da rede, afirma Guilherme, é exatamente proporcionar que pessoas com desafios comuns se encontrem e troquem informações. Pensei na rede como uma forma de conectar profissionais jovens, que sofrem com pouco espaço para crescer no mercado, diz ele.

O legal é ver as pessoas se conectando, trocando informações, fazendo negócios e arrumando vagas.” Segundo Hagel, o mundo está entrando numa fase em que para ser inovador ou manter-se competitivo é importante ter acesso aos locais onde circulam as melhores informações — e as pessoas só vão conquistar esse acesso por meio de relacionamentos de confiança. Se você ainda não havia pensado nesse tipo de networking, está na hora de começar.

Fonte: Revista VOCÊ S/A

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Burocracia


Por Alex dos Santos (@asralex)

  Quando ouvimos está palavra, os pés formigam a barriga se enche de borboleta, infelizmente não, não é o mesmo sintoma de estar apaixonado, mas sim o sintoma estar desesperado porque indiferente do que você vai fazer vai demorar e você vai se incomodar.
  Caso você não esteja sentado peço por gentileza que se sente, pois as próximas palavras irão revelar algo que irá fazer com muitas pessoas se surpreendam com tamanha noticia, mas a grande verdade é que Max Weber quando teve a idéia de criar a Burocracia tinha a melhor das intenções, e a tão desesperadora palavra que não vou repetir muitas vezes já que algumas pessoas podem ter nervos a flor da pele e o pronunciamento desta palavra pode trazer algumas lembranças que desagradam.

  No início a Burocracia era baseada em:
  • Caráter legal das normas e regulamentos
  • Caráter formal das comunicações
  • Caráter racional e divisão do trabalho
  • Impessoalidade nas relações
  • Hierarquia da autoridade
  • Rotinas e procedimentos padronizados
  • Especialização da administração
  • Profissionalização dos participantes
  • Previsibilidade do comportamento
  E acreditem, ele tinha um único objetivo: “Máxima eficiência da organização”

  E nós como tudo nessa vida resolvemos complicar as coisas, aquele homem que tinha apenas o desejo de padronizar e organizar as coisas até hoje se vira no seu leito de morte, porque muitos de nós não sabe como agir com as ferramentas tão bem pensadas, quer dizer justiça seja feita, pois algumas pessoas sabem utilizar tais ideais com maestria mas de qualquer forma a teoria na sua essência não passou de uma utopia.
  Imagine se nossas organizações tivessem discernimento para implantar esses conceitos citados a cima, ou melhor ainda pudéssemos usar isso em nossa vida, o nosso dia sobraria tempo para passarmos juntos com os nossos, ou jogar futebol sem sair correndo da empresa, ou as mulheres poderem sentar na cabeleireira para falar dos outros e arrumar-se. O problema é que muitos de nós tem aversão a esse tipo de coisas, enquanto uma minoria sente enorme entusiasmo em se organizar e ver que tudo está correndo conforme seus planos e planejamentos.
  O fato das pessoas serem diferentes pode ter sido o fato X que Max não contava, mesmo ele sendo sociólogo esqueceu de como somos diferentes um do outro (graças a Deus) e o fato de sermos diferentes nos faz querer coisas diferentes termos valores diferentes e embora a regra se aplique a todos, a reação é a inconstante que faz com que a teoria não tenha tanto êxito. E como as empresas vivem de resultados aqueles que não tem êxito passam a ser tachados de fracos ou incompetentes quando na realidade essas pessoas apenas não tem um perfil que se adapte aquele formado de controle carinhosamente chamado de (Burocracia).
  Enfim faço-me advogado do diabo em dizer que Weber que não estava errado, e sendo imparcial digo que não estamos errados em fazer mal uso dessa ferramenta incompreendida ainda por nossas mentes sedentas do capitalismo frenético que nos exige que tudo seja para ontem, e que se organizar é uma ótima forma de engessar o sistema que gera lucro.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Curta a vida com consciência financeira



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Vivemos uma atualidade que poucos esperavam viver. O Brasil começa a caminhar na estrada do crescimento e da evolução econômica. Mais do que nunca as pessoas começam a conhecer a oportunidade de adquirir um melhor padrão de vida.

O crédito disponível no mercado facilita a vida de muitos cidadãos e cidadãs, que no passado não podiam pensar em usufruir de alguns bens e serviços. Essa realidade que parece um sonho para muitos também pode acabar se tornando um grande pesadelo.

A população brasileira deve começar pensar não apenas em seu presente, usufruindo de todas as opções para poder satisfazer seus desejos, mas também no futuro que está por vir. Ter um bom padrão de vida com bons produtos e serviços hoje não significa mantê-los no amanhã.

Uma dica que o blog Ideias e Finanças pensa em disseminar entre a grande massa brasileira é:viva o hoje com grande intensidade; mas não se esqueça que o futuro está chegando. Quem pensa em curtir a juventude e se esquece de cuidar da velhice acaba vivendo uma parte triste da vida. Muitos são os idosos que, por terem apenas a aposentadoria do governo como fontes de renda acabam tendo de voltar para o mercado de trabalho para poder complementar sua renda. Uma forma triste de tentar sobreviver.

Por isso, planeje sua vida; crie objetivos para um, dois, cinco, dez anos. Faça tudo o que deseja fazer, seja feliz, busque seus objetivos com toda garra e vontade e cuide aos poucos para ter uma aposentadoria tranqüila e feliz para você e para todos seus familiares.

10 dicas para abrir um negócio na web


Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendimento tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos
Não são raros os exemplos de recém-milionários que estão fazendo fortuna em negócios na internet. De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendedorismo tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos. Aos que desejam se lançar a este novo desafio, seguem dicas essenciais para um empreendimento virtual.  
1 - Defina o foco
Identifique eventuais necessidades não atendidas, que podem se tornar oportunidades lucrativas. Engana-se quem imagina que a competição no mundo virtual seja menor que em negócios reais. Apesar do pouco tempo, a rede atingiu com rapidez a maturidade. Há, todavia, muitos nichos promissores, principalmente aos empresários criativos que saibam tirar proveito da força da rede mundial. O segredo está no foco, evitando entrar em setores dominados por grandes empresas, cujo poder de barganha é infinitamente superior. 
2 - Defina os produtos e/ou serviços
Escolha o modelo de negócios, assim como os produtos e/ou serviços que serão oferecidos, cuja seleção não se restringe ao espaço da prateleira ou gôndola. A vantagem da internet é que o estoque pode estar em local com menor custo por m2, como um galpão em alguma periferia ou até mesmo no próprio fornecedor. Há outros tipos de negócios virtuais nos quais o custo de estoque é praticamente zero, assim como a quantidade de itens infinita. As mercadorias estão dispostas em grandes servidores em formato digital - músicas em MP3, vídeos em MP4 e até livros em PDF. 
3 - Crie uma identidade
É hora de definir o nome e a identidade visual de seu negócio - logotipo ou frase de efeito. Cuide para que seja fácil de ser lembrado, marcante, curto e que descreva a alma do negócio. Verifique junto aos órgãos responsáveis a disponibilidade do nome de sua preferência. 
4 - Legalize
Procure um contador de sua confiança e registre a empresa legalmente. Não pense que negócios virtuais estão alheios à fiscalização e tributação. Busque profissionais qualificados para cuidarem da parte legal antes de dar início às negociações. 
5 - Monte sua loja
Apesar do menor investimento, colocar um site no ar requer planejamento e cuidado. Como num comércio tradicional, o visual, os produtos e serviços disponíveis, a localização das mercadorias, o atendimento e as formas de pagamento são também muito importantes no comércio online. Tome alguns cuidados básicos para encantar clientes novos e reter antigos. E lembre-se que clientes virtuais são ainda mais impacientes que aqueles que trafegam nos corredores dos shoppings centers. 
6 - Comprar ou alugar?
O empresário que se aventura no mundo virtual se depara com dilema similar. Há duas escolhas possíveis. Adquirir os próprios servidores, funcionários especializados e locais adequados ou contratar os serviços de um provedor de hospedagem, pagando tarifas mensais por pacotes pré-definidos. As grandes empresas em geral preferem investir quantias significativas em sua própria infraestrutura, garantindo que seus clientes consigam acessá-lo 100% do tempo. Empresas médias ou pequenas podem optar por alugar um espaço na "nuvem" de terceiros - tecnologia denominada de "cloud computing". 
7 - Garanta uma compra segura
São inúmeros os casos de fraudes na web, o que ainda inibe muitos potenciais clientes. Por isso, invista na segurança de seu site. Há diversas empresas que oferecem serviços de autenticação digital, dificultando a ação de indivíduos com más intenções. 
8 - Dê opções de pagamento
Numa loja virtual, aceitar as diversas bandeiras e modalidades - crédito e débito; são obrigações. Apesar da pouca utilização, considere também as opções de depósito bancário e boletos. Analise ainda a possibilidade de recebimento do pedido além da opção online. Alguns clientes ainda preferem utilizar telefone, fax ou e-mails. Abra enfim uma linha direta para que possam falar com algum funcionário, apesar da tentação em criar modelos estáticos e pré-determinados. A flexibilidade e negociação devem estar presentes mesmo no comércio virtual. 
9 - No mundo virtual o "soft opening" é mais difícil
É comum estabelecimentos comerciais iniciarem sua operação com o chamado "soft opening" ou inauguração prévia. Durante este período sem alarde, os funcionários podem ser mais bem treinados e os processos e procedimentos estruturados, com um menor movimento de clientes. Na modalidade virtual é possível fazer isso antes da colocação do site no ar. Simule compras, teste links, configurações, confronte produtos, códigos, descrições, preços e erros gramaticais. Utilize PCs, Macs e diferentes navegadores - Internet Explorer e Mozilla. Caso tenha a versão para celular, faça o mesmo utilizando alguns modelos chaves de diferentes fabricantes. Enfim, simule os processos de devolução de produtos, assistência técnica e telemarketing. 
10 - Divulgue
Como numa loja tradicional, os primeiros dias são sempre bem difíceis, até que as pessoas conheçam, experimentem, comentem e retornem, fechando o ciclo de fidelização. Para acelerar esse processo, é interessante fazer links patrocinados e comprar palavras ou frases que identifiquem seu negócio. Outra forma são os banners, pequenos anúncios que podem ser colocados em sites de grande circulação. Crie e mantenha sistemas de divulgação online e, se possível também em outras mídias, tais como televisão, revistas e jornais.
Seguindo estas dicas o empresário virtual terá mais chances de sucesso em seu novo negócio. O mais importante é sempre seguir a fórmula S=P3, onde sucesso é = persistência, preparação e planejamento. Boa sorte!.
Fonte: Portal Administradores

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Seu chefe nas redes sociais: como lidar?


Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

Comportamentos de proximidade entre colaboradores e gestores são cada vez mais comuns, diz especialista
Ter os colegas de trabalho nas redes sociais é comum. Mas quando o seu líder quer lhe seguir no Twitter ou ser seu amigo no Orkut ou Facebook, como lidar? Nas redes sociais, não existem regras consolidadas. O que vale é o bom senso, afirma a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Rercursos Humanos, Thais Pontin.
Para ela, comportamentos de proximidade entre colaboradores e gestores são cada vez mais comuns. Daí o fato de o líder querer fazer parte da vida social e virtual dos seus colaboradores. "É preciso observar o contexto, pois dependendo do grau de relacionamento entre o chefe e o subordinado, essa proximidade fora da empresa é comum", diz.
Contudo, com o mercado aquecido, e ainda que a relação entre líder e colaborador seja boa, sempre há certa desconfiança por parte dos profissionais quando o assunto é o chefe nas redes. "O receio do profissional existe, mas acaba sendo mais mito, sem muito fundamento", afirma Thais.

Seu chefe quer ser seu amigo
Recusar o pedido nas redes gera um mal estar desnecessário. E não adianta demorar a aceitar, a menos que você, de fato, não utilize as ferramentas. Para Thais, a tendência é que esses pedidos sejam mais recorrentes. E isso é saudável, pois ajuda a criar uma relação mais próxima com o líder. E essa proximidade só ajuda a resolver problemas mais rápido. Sem contar no networking. 
"Acredito que é possível estabelecer um ponto mais próximo sem grandes problemas", afirma. Para ela, não é preciso muito para isso. "Demonstrar insatisfação e denegrir a imagem da empresa não pode", diz. Isso porque, na avaliação de Thais, comportamentos como esse prejudicam a sua imagem como profissional, pois nem só o líder está lendo esse tipo de comentário.
E quando um desabafo gera um desconforto? "É importante o líder saber separar o pessoal do profissional nas redes", diz Thais. "Mas não acredito que chefes utilizem as redes para repreender o funcionário", considera.
Para Thais, se tanto o profissional como o líder souberem estabelecer essa linha de separação, as redes sociais só ajudarão. "Redes sociais são algo particular, mas o ideal é manter o bom senso e uma postura no que você diz", completa. E isso vale não só no mundo virtual, mas no real também. 
Fonte: Portal Administradores