Redes sociais

Tecnologia do Blogger.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Comentários no Facebook viram propaganda


Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

Serviço foi batizado de "Sponsered Stories" e funciona com a coleta de opiniões sobre determinado produto ou marca
São Paulo - Quando se fala de marketing em redes sociais, o que as empresas mais desejam é ver os próprios clientes fazendo propaganda dos serviços que oferecem. Isso irá se tornar realidade em breve no Facebook, que lançará um recurso para fazer exatamente isso, transformar comentários em publicidade. A informação é do IDGNow!.
O serviço foi batizado de "Sponsered Stories" e funciona com a coleta de opiniões sobre determinado produto ou marca para posteriormente convertê-las em divulgação. O que for usado pelo Sponsored só será mostrado aos contatos de quem escreveu, então será algo como amigos contando a amigos o quanto gostaram daquilo.
A novidade será exibida ao lado direito do Facebook, onde ficam localizados os anúncios. O Facebook usou o Places (ainda inédito no Brasil) para mostrar como o produto pode ser usado: um cliente entra na Starbucks e anuncia que chegou ao local, fato que passa a fazer parte do anúncio da rede. Se outros usuários "curtirem" ou comentarem, também participam da propaganda – tudo acompanhado por seus contatos na rede.
Grandes marcas já garantiram vaga no período de testes, como Coca-Cola, Levi’s, Anheuser Busch e Playfish. Organizações não governamentais também entraram: Donors Choose, Girl Up!, Malaria No More, Anistia Internacional, Women for Women, Autism Speaks, (RED), Associação Alzheimer e UNICEF.
O outro lado
O IDGNow! repercute o questionamento do site ReadWriteWeb sobre o funcionamento do Sponsored, pois será que o Facebook vai transformar em propaganda um comentário negativo sobre determinada marca? Isso poderia gerar problemas com a aceitação do serviço, já que a empresa pode não estar disposta a pagar para ver alguém falar mal dela. Se houver censura, como a rede pretende filtrar o que for ruim?
Outra questão tem a ver com privacidade, já que o usuário não pode não querer ser colaborador do Sponsered. O Facebook vai permitir apenas que sejam excluídos um a um os comentários inseridos em anúncios. Não haverá esse problema se o internauta resolver comentar ou "curtir" a propaganda, pois estará ciente, mas, no caso do Places, não há controle.
Fonte: Revista Exame

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bom negócio: Receita publicitária do Twitter pode triplicar em 2011, diz estudo

Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

Microblog deve obter receita de anúncios de US$ 150 milhões; para 2012, receita pode atingir US$ 250 milhões, diz 'eMarketer'

O Twitter poderia obter receita publicitária de US$ 150 milhões em 2011, após os US$ 45 milhões que alcançou em 2010, segundo um estudo publicado na segunda-feira (24) pela empresa "eMarketer". Para 2012, a renda poderia alcançar os US$ 250 milhões, de acordo com o estudo.
"Um dos motivos para esta forte previsão é o futuro lançamento de uma plataforma publicitária autogerida", ao estilo das que já existem no Google e Facebook, explica "eMarketer".
O Twitter recebeu no mês passado cerca de US$ 200 milhões de financiamento adicional por parte de fundos de investimento que devem ajudar a promover seu crescimento.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Planejamento + cartão de crédito = Sucesso!



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Duzentos? Quinhentos? Um mil? Bom, não importa qual seja o limite do seu cartão de crédito ou se ele se encaixa perfeitamente no seu orçamento. A verdade é que, sem um planejamento para utilizá-lo, o cartão de crédito nada mais é do que uma bomba relógio. Recentemente em um artigo  - Cartão de crédito, seu auxiliar das finanças falamos sobre a possibilidade de ter ganhos com o cartão de crédito. É óbvio que, utilizar o limite do cartão de crédito como um rendimento extra é um tiro no pé. E não é disso que iremos tratar aqui, ou melhor, não é isso que irei encorajá-los a fazer.

O objetivo aqui é mostrar que, planejando bem seus gastos com o cartão de crédito, respeitando seus limites financeiros e não tendo problemas emocionais em relação ao uso de dinheiro podemos transformar esse objeto terrível em uma ferramenta auxiliar, capaz de nos fazer ganhar tempo para conquistar nossos sonhos e ainda nos premiar por isso.

Primeiramente, você deve ter em mente que seus gastos com cartão de crédito não devem passar de 30% da sua renda, ou seja, se sua renda é de R$ 1.000,00 seu limite de cartão de crédito deverá ser de R$ 300,00. Por que isso? Simples! Essa é a primeira forma de planejar seus gastos e evitar surpresas. Segundo, o cartão não é uma extensão de sua renda. Destarte, não considere 30% a mais em sua renda, mas 30% dê sua renda destinados a este gasto.

Assim, no primeiro mês aconselho a não gastar com o cartão, apenas reserve os trezentos reais do limite, assim, no segundo mês você não terá R$ 1.000,00, mas sim R$ 1.300,00. A partir disso, você pode começar a utilizar seus 300 reais de limite no cartão de crédito sem se preocupar, pois todo mês terá trezentos reais reservados para estes gastos. Veja o Exemplo na tabela 1:

Mês
Renda
Reserva Cartão
Gastos Cartão
1
R$ 1.000,00
R$ 300,00
R$ 0,00
2
R$ 1.300,00
R$ 300,00
R$ 300,00
3...
R$ 1.300,00
R$ 300,00
R$ 300,00
12
R$ 1.300,00
R$ 300,00
R$ 300,00
Tabela 1: Exemplo para planejar e controlar seu cartão de crédito

Qual a vantagem em seguir tal plano? Óbvia! Primeiro que você nunca será surpreendido, pois sempre terá o dinheiro para pagar o cartão de crédito. Segundo, você poderá sempre fazer compras parceladas (e muitas vezes sem juros) sem prejudicar seu limite de compras gerais. E terceiro, hoje as várias bandeiras de cartões e bancos possuem programas de fidelidade, que premiam seus usuários. Ou seja, o uso planejado do seu cartão de crédito é saudável, não prejudica sua capacidade de fazer compras e, te dá prêmios por usá-lo. E em relação às anuidades. Bem, algumas vezes você pode negociar os valores (em alguns casos nem pagar). Mas convenhamos, o que são R$ 4,00 (o valor que pago de anuidade) por mês tendo como prêmios de livros a milhas de viagem?

Se quiser mais dicas, leia Use melhor seu cartão de crédito.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A febre das compras coletivas


Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

Provavelmente você já faz parte de algum site de compras coletivas, como PeixeUrbano ou ClickOn. Mas qual será o efeito disso nos lojistas? Veja por que nem sempre é a maravilha que todos imaginam!
De uma hora para outra os sites de compras coletivas apareceram e, tão rápido quando surgiram, tornaram-se um sucesso instantâneo na rede, dada a sua divulgação viral. Clickon, Grupon, Peixe Urbano, já são mais de 250 empreendimentos semelhantes, só no Brasil. 
Provavelmente você faz parte de algum e talvez até já tenha comprado alguma coisa. Mas será que o negócio realmente é bom? Ou, perguntando de outra forma, é bom para quem? 
No recente To Groupon or Not To Groupon: New Research on Voucher Profitability (link para o paper no final do texto), Edelman, Jaffe e Kominers questionam o resultado destas ofertas avaliando sua lucratividade segundo dois aspectos: discriminação de preços (oferecer preços diferentes a grupos distintos de clientes, como fazem as companhias aéreas) e publicidade (divulgação em massa um estabelecimento através da oferta).
Ora, atrair novos clientes com base em descontos torna-se um bom negócio quando este cliente retorna e paga o preço cheio. Mas este raramente é o caso, conforme conta Utpal M. Dholakia no excelente Why Employees Can Wreck Promotional Offers
Segundo pesquisa realizada por Dholakia com 150 estabelecimentos que usaram os seviços do Groupon entre Junho de 2009 e Agosto de 2010, "a maioria dos usuários está apenas atrás das ofertas, sentem-se no direito de ter um tratamento especial, não gastam mais do que o preço da oferta e não deixam gorjeta". 
Tal comportamento, como se é de esperar, tem impacto direto no elo mais fraco da cadeia: os funcionários. 
Boa parte dos estabelecimentos que participam destas ofertas anunciam itens não muito populares, como peeling de diamante, mergulho autônomo ou passeios de helicóptero. São, portanto, negócios com pouca experiência com o tipo de público atraído e, consequentemente, despreparados para lidar com o volume de procura que acabam atingindo. 
O resultado é um descasamento entre o que podem oferecer e o que o cliente espera, podendo causar descontentamento para ambos os lados. Mas será que isso não é previsível? 
Pela inexperiência, os lojistas são incapazes de prever como um fluxo acima da média pode afetar seu negócio. Seus funcionários ficam ressentidos com o trabalho extra (sem a gorjeta extra, como dito antes) e não vêm sentido em vender serviços e mercadorias por um preço tão baixo. Assim, é improvável que ofereçam uma experiência positiva para o cliente.  
Como será que um restaurante acostumado com uma lotação típica de 60% atenderá seus clientes quando suas mesas ficarem 100% ocupadas por semanas a fio, ainda mais com pessoas que não costumam frequentar este tipo de ambiente? Será que os garçons aguentam? Terão estoques suficientes? A cozinha dará conta da demanda, com a mesma qualidade? 
Dholakia sugere que os donos dos estabelecimentos precisam se preparar para que o tiro não saia pela culatra. Devem buscar, por exemplo, alternativas para compensar o trabalho a mais e as gorjetas a menos, de forma a obter o buy-in antecipado do seu quadro funcional para aumentar as chances de sucesso da promoção. 
Outro cuidado que devem ter é evitar que repetidos descontos deteriorem a imagem do serviço, trocando um grande número de clientes no curto prazo pela desvalorização de sua marca no longo prazo. Preços baixos, ainda que promocionais, tendem a estabelecer novos patamares de preços dificultando a volta à tabela tradicional. 
Caso contrário os sites de compras coletivas correm o risco de ser um serviço que apenas desmascara estabelecimentos que praticam margens de lucro exorbitantes.

Fonte: Portal Administradores

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Como está o seu saco?





Por Alex dos Santos - @asralex


Sabem de onde vem à expressão encher o saco? Ela é uma expressão que era pelos generais, pois os soldados tinham de carregar suas coisas em malas e, quando levavam muitas coisas nas suas mochilas (também conhecidas por sacos) os generais diziam aos soldados: “Não encham o saco para que não seja um empecilho em suas caminhadas!”. Logo, quando alguém diz que você está enchendo o saco, é por que você pode estar pondo empecilhos para que essa pessoa possa seguir em frente, ai nasce a expressão: “Não enche o meu saco!”

E hoje eu gostaria de fazer uma pergunta, você tem enchido o saco? Peço que, por gentileza pegue tudo que você tem e coloque dentro de um saco, encha com as coisas que você gosta de verdade e, ao fazer, arrume tudo para que possa caber, pode ser o seu carro, o seu vídeo game de ultima geração, músicas prediletas, tudo. Logo após coloque a sua rotina, seus compromissos, e coloque todas as pessoas que você tem se envolvido. Coloque nas costas a mochila e tente se erguer. Sinta todo o peso que sua vida tem hoje para você, sinta se seu saco está cheio e, no final, veja se o peso está te deixando lento.

O seu saco não tem te deixado andar? E quanto você consegue é lentamente? Então a vida lhe parece passar rápido demais, mas na verdade é você que está devagar! Então hoje, vou lhe fazer a seguinte proposta: eu lhe trouxe um novo saco, ou melhor, uma nova mochila, e senhores, vão fazer uma revolução na sua vida.
Pegue as pessoas as quais você gosta e comece a colocar dentro do saco novo, vá enchendo, coloque primeiro aqueles que você tem mais carinhos (parentes, amigos, namorados ou conjugues).
Agora você vai ter que escolher – pois você vai ter que viver de forma rápida, as coisas que você realmente precisa. Coloque, de forma organizada, aquilo que é realmente importante importam. Agora faça um teste, coloque sua nova mochila nas costas. Veja que as alças não vão pesar, e você vai ter prazer em carregar apenas as coisas que lhe serão úteis e as pessoas que lhe serão importantes pra você.

A vida é assim, ela só passa rápido para aqueles aos quais se prendem a coisas que não tem tanta importância, e por isso é importante saber escolher a coisa certa a fazer, o que levar nesse caminho que se chama vida. Não leve coisas que não são suas, ou que não te interessam, ou coisas que te machucam. Mas isso é uma escolha sua. Ande com aquilo que lhe faça bem. A vida é rápida, passa, e só vive aqueles que podem se movimentar. E se movimentar com o que realmente importa.

Não encha o seu saco com o que não vai usar ou com o que lhe machuque. Sei que não sabemos o que vamos encontrar na sua vida, mas leve o que vai te fazer levantar quando o mundo te derrubar. Ah! Cuidado com os puxa sacos, pois a expressão pode ter nascido ai. Puxa saco são aqueles que querem levar o saco das outras pessoas, quando na verdade só querem tentar tirar um proveito.

Como investir em marketing digital em 2011



Por Ivan Kaiber - @ivankaiber

Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

· 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
· Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
· Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
· 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
· Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).

Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:

e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.

Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa.

Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

 Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, esclarecendo dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.

Tendências: na internet as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.

Profissionalização: O último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.
Fonte: Portal Exame.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Planejamento! Formal ou Informal?



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Planejar não faz parte do cotidiano do brasileiro. Verdade? Talvez não. A verdade é que o brasileiro tem enraizado em sua cultura o planejamento informal. Segundo Teixeira (1995) diariamente estamos executando o processo de planejamento; informalmente. Planejamos nossas atividades diárias mentalmente e, com todo o esforço tentamos seguir este plano. O caminho para o trabalho, o que fazer no almoço; o que fazer no final de semana; o que comprar no supermercado, enfim, tudo o que pretendemos fazer é planejado informalmente, mentalmente.

Infelizmente isso também ocorre com as finanças pessoais. O fato de ter um plano traçado mentalmente faz com que as pessoas acreditem que isto é certo e eficaz, entretanto isso nem sempre é verdade. Quando um planejamento é informal, raramente é levado a sério; principalmente por seu planejador. A família não conhece os objetivos e metas de cada um, trabalhando de maneira individual, gastando de forma individual e entrando no vermelho de forma coletiva.

Quando uma família não consegue se entender no meio das finanças pessoais o caos se torna presente. Por isso a necessidade de um planejamento formal das finanças (pelo menos). Quando uma família consegue trabalhar unida com o dinheiro, consegue sinergia. Com isso há um ganho na qualidade dos gastos e nos investimentos, pois o poder de compra coletiva e de investimento coletivo é muito maior do que o individual.

Vale ressaltar ainda que, o planejamento que envolve todos os membros da família ajuda também no controle de gastos supérfluos, melhorando o uso consciente do dinheiro e a qualidade de vida familiar.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Emoções afetam as decisões financeiras



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Segundo a visão econômica, o dinheiro nada mais é do que uma ferramenta que facilita a troca de bens e serviços. Um objeto, nada mais. Entretanto, esse objeto frio gera muito mais influência na vida do ser humano do que qualquer outra coisa. Por ele as pessoas são capazes de muitas coisas. Trabalham até se esgotarem, trocam horas de lazer com a família por mais uma hora extra trabalhada. Outro fator que pode demonstrar a influência do dinheiro está nos resultados de um estudo feito nos EUA. Segundo os pesquisadores, nas épocas de crise o número de suicídios praticamente dobra.

Se para os economistas o dinheiro não tem nenhum tipo de relação sentimental, já para muitos psicólogos, o dinheiro é capaz de fazer muitas coisas no comportamento humano. Estudos feitos nos EUA por psicólogos mostraram que o dinheiro pode gerar reações químicas parecidas com a cocaína no sistema nervoso humano. Isso pode explicar o porquê de algumas pessoas serem tão apegadas ao dinheiro e outras sentirem-se tão bem consumindo tudo o que vêem pela frente.

Além de explicar o porquê de algumas pessoas serem capazes de poupar e outras não, a pesquisa também mostrou que o comportamento muda com a presença do dinheiro. Os pesquisadores puderam observar que as pessoas podem se tornar mais competitivas, menos amigáveis e até mesmo mais agressivos quando o assunto é financeiro.

Isso mostra que, o homo economicus é apenas uma teoria da economia e que Maslow estava certo quando afirmou ser o dinheiro a primeira necessidade humana. Ele só não sabia que essa necessidade é mais psicológica do que fisiológica.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A vida é feita de escolhas



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

À direita ou esquerda, bem ou mal, certo ou errado, sim ou não. Tudo é uma questão de escolha. Em nosso cotidiano estamos sempre tomando uma decisão, seja ela consciente ou inconscientemente feita. A única coisa que se pode saber é que nem sempre estamos preparados para as conseqüências de nossas decisões.

E isso também ocorre na nossa vida financeira. O fato de ter ou não dinheiro, de investir ou não, comprar ou não são as escolhas que fazem parte desta fase de nossas vidas. Quando optamos por adquirir um produto, deixamos de investir um dinheiro, incorrendo o risco de este valor poder fazer falta no futuro. Inúmeras são as pessoas que optam por adquirir um produto só por que sobrou dinheiro no fim do mês, muitas vezes algo desnecessário, apenas para satisfazer uma falta momentânea. Ao primeiro momento de dificuldades financeiras arrependem-se por ter gastado o dinheiro com coisas supérfluas e não ter garantido uma reserva de emergência.

Segundo Cerbasi e Barbosa (2009) vida é feita de escolhas, e escolhas ruins trazem resultados ruins. Por isso é tão importante que se tenha um planejamento financeiro, composto por planos, objetivos e metas, além de um orçamento prevendo os valores necessários para se manter, ter uma melhor qualidade de vida e investir garantindo a tranquilidade econômico-financeira no futuro.

Escolhas sempre farão parte de nossas vidas. Às vezes podemos fazer escolhas boas, às vezes não. Por isso, o planejamento deve estar presente em nossas vidas. É através dele que poderemos basear nossas escolhas, analisando o que pode ser melhor para nós não só no curto prazo, mas também no longo prazo. Isso além de melhorar a auto-estima e garantir maior qualidade de vida, evita que cometamos erros colocando nosso bem estar a perder. Por isso, não perca tempo, planeje sua vida financeira e comece já a tomar boas decisões.

A morte do livro (ou não)


Por Fernando Correia - @FerCorreia

Do alto de uma sacada de um prédio majestoso, um conhecido editor literário exclama para a população apreensiva: O livro morreu! Se você acha que esta cena está próxima de acontecer, meus pêsames, mas você está enganado. Considerando a constante evolução da tecnologia vemos gadgets entrar e sair do mercado diariamente, e com a invenção dos eReaders, teme-se que o livro impresso seja mais uma tecnologia a nos dar adeus.

            O medo se justifica pela facilidade com que os livros eletrônicos (ebooks) se popularizam, e também pelo fato de que Steve Jobs quis dizer com seu IPad: Ler assim é melhor e mais cool.

            Agora analisemos os fatos: O livro é um suporte de sucesso em todo o mundo. Há mais de 5.250 anos os homens escrevem usando diferentes materiais, desde placas calcárias, passando por placas de argila e papiro, até o papel; carregam e depositam estas obras em bibliotecas.

De todas as formas de registro do conhecimento, uma se fez mais prática, o códice (que é a versão beta do livro que temos hoje). Antes dele usavam-se rolos, de pergaminho ou papiro, que eram uma dificuldade para se organizar e armazenar, além de cuidados com a conservação destes documentos e antes do papiro tábuas de madeira, argila ou filetes de bambu. Mas não pense que as migrações de suportes agradavam os leitores e usuários de bibliotecas, (Øystein & Meg, da emissora norueguesa NRK mostra bem os problemas dessa transição), pelo contrário, foram longas e quase intermináveis a discussão dos que defendiam o rolo ao invés do códice.

Quando Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg finalmente inventou a tipografia móvel, fez com que os livros pudessem ser impressos de forma rápida e fácil, começou então a revolução definitiva do livro em formato de códice, que gerou a explosão da disseminação da informação.

Agora analise a situação atual: temos um formato de livro amplamente utilizado, barato, de fácil manipulação, que carece de pilhas ou recarga, que pode ser emprestado, copiado, derrubado, molhado (até certo ponto) e dobrado e ainda assim continuar funcional. E temos os ebooks para eReaders.

Os livros eletrônicos são baratos, mas os dispositivos são caros, necessitam recarga elétrica, não podem ser emprestados, copiados ou impressos, se molhados muitas vezes tornam-se irrecuperáveis e levam toda a sua biblioteca para o limbo. Apenas o tempo poderá dizer se os ebooks tomarão conta do mercado editorial, pois necessitam de algumas mudanças:

Primeiramente o barateamento do gadget, já que um IPad nos EUA custa de US$ 499 a US$ 699, e um Kindle US$ 139; depois teremos que pensar o como será utilizado o ebook. Alguns sistemas de empréstimo estão em estudo, mas tirar um livro do eReader faz com que se abram brechas para a pirataria, sendo assim, complica tudo de novo.

Agora vejamos a coisa pelo lado evolucional; quando a televisão surgiu disseram que o cinema, o rádio e o jornal impresso morreriam, não aconteceu. Disseram no lançamento do VHS que o cinema morreria. Se você prefere uma qualidade ruim em casa à uma ótima qualidade em uma salinha escura, morreu pra você. Quando o DVD surgiu disseram: o VHS está com seus dias contados. Tudo bem, acertaram essa. E quando a Internet surgiu disseram que todas as mídias citadas aqui morreriam, posso dizer com segurança que isto está longe de acontecer.

O que ocorre em muitos casos da evolução das mídias e suportes, é que a convivência do dito obsoleto com a novidade se dá muito bem, temos DVDs e YouTube, telefones fixos e celulares, IPads e Revista Veja, têm inclusive Revista Veja no IPad. Mas se você ainda acredita que tecnologias antigas suplantam as novas, incluindo meios de comunicação, vá a um estádio e conte quantos torcedores levam seus obsoletos radinhos de pilha e quantos estão com seus MP7 (8,9,10...35 não sei a versão mais nova) sintonizados em uma estação de rádio.

Quanto vale a “sua marca”



Por Maico Sullivan - @sullivanmaico

Você já parou para pensar quanto vale o seu nome? Não?! Pois deveria. Muitas empresas têm, em suas marcas um enorme valor contabilizado. É o que chamam de bens intangíveis. Mas e nós, homens e mulheres que vivem neste mundo, qual o valor contábil que podemos dar a nossos nomes?

No ranking de marcas mais valiosas, as três mais valiosas são Coca-Cola (UU$ 83,4 bi); Microsoft (UU$ 56,6 bi) e IBM (UU$ 43,7 bi). Sim, essas marcas valem muito; além de serem reconhecidas mundialmente. Mas e as pessoas que conhecemos, nossos ídolos, quanto vale o nome de cada um deles? Você já parou para pensar em quanto valeria o nome Warren Buffet, um dos maiores investidores do mundo? O nome de Gustavo Cerbasi, um dos consultores financeiros mais conhecido do Brasil?

E o seu nome, quanto ele vale? Alias, você já pensou em fazer o seu marketing pessoal? Essa é uma tarefa muito importante para quem deseja deixar sua marca no mundo. Ser lembrado na empresa, na roda de amigos, em uma área profissional; algo intangível, um valor inestimável. Esse é o grande diferencial. Ser o número 1. Assim como muitas empresas lutam para chegar a este nível do ranking global, nós, profissionais do dia-a-dia devemos também começar a se preocupar. Ser lembrado sempre como o melhor é o maior diferencial competitivo no mercado de trabalho.
Então, não perca tempo. Comece agora mesmo a fazer seu marketing pessoal. Faça sua “marca” se valorizar cada dia mais, posicione seu nome como o número 1.