Por Maico Sullivan - @sullivanmaico
Planejar não faz parte do cotidiano do brasileiro. Verdade? Talvez não. A verdade é que o brasileiro tem enraizado em sua cultura o planejamento informal. Segundo Teixeira (1995) diariamente estamos executando o processo de planejamento; informalmente. Planejamos nossas atividades diárias mentalmente e, com todo o esforço tentamos seguir este plano. O caminho para o trabalho, o que fazer no almoço; o que fazer no final de semana; o que comprar no supermercado, enfim, tudo o que pretendemos fazer é planejado informalmente, mentalmente.
Infelizmente isso também ocorre com as finanças pessoais. O fato de ter um plano traçado mentalmente faz com que as pessoas acreditem que isto é certo e eficaz, entretanto isso nem sempre é verdade. Quando um planejamento é informal, raramente é levado a sério; principalmente por seu planejador. A família não conhece os objetivos e metas de cada um, trabalhando de maneira individual, gastando de forma individual e entrando no vermelho de forma coletiva.
Quando uma família não consegue se entender no meio das finanças pessoais o caos se torna presente. Por isso a necessidade de um planejamento formal das finanças (pelo menos). Quando uma família consegue trabalhar unida com o dinheiro, consegue sinergia. Com isso há um ganho na qualidade dos gastos e nos investimentos, pois o poder de compra coletiva e de investimento coletivo é muito maior do que o individual.
Vale ressaltar ainda que, o planejamento que envolve todos os membros da família ajuda também no controle de gastos supérfluos, melhorando o uso consciente do dinheiro e a qualidade de vida familiar.

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